Doença Celíaca, suas Causas e Conseqüências e a Solução pela Germinação dos Cereais

Após décadas de estudos  já se admite que 1 em cada 120 pessoas, em todo o mundo, sofre com a intolerância ao glúten. Entre um relativo pequeno número de pessoas diagnosticadas como portadoras de severa intolerância e declaradas ter CD, há uma multidão de seres humanos padecendo de várias doenças que vão desde depressão até o câncer, passando por excesso de peso, magreza extrema, diabetes, aumento de doenças auto-imunes, distúrbios da tiróide, linfomas, entre muitas outras doenças  comuns tais como reumatismos, rinites, bronquites, faringites, otites, gastrites, entre outras doenças de civilização que têm como causa oculta o glúten.

Não se pode negar que há predisposições para a manifestação da intolerância ao glúten nas assim chamadas de doenças “genéticas”. Mas, mais importante é a constatação de que o glúten, em sua forma natural no trigo, centeio e cevada provoca, com maior ou menor intensidade, estados permanentes de estados alterados da saúde. Essa condição pode, em mais ou menos tempo, levar a lesões permanentes ou severas e doenças crônicas que não são relacionadas com a causa primária: intolerâncias aos alimentos contendo glúten que podem estar sendo ingeridos todos os dias e ainda, várias vezes ao dia por toda a vida.

A doença celíaca está classificada como uma doença auto-imune. Que esteja assim classificada não importa muito para a sua cura. O diferencial em relação a como devemos tratar a intolerância ao glúten está na constatação de que há centenas de milhões de pessoas padecendo de doenças relacionadas ao glúten. Soluções parciais apoiadas em dietas restritivas só fazem sentido se o problema estivesse limitado a um pequeno número de pessoas em todo mundo. Alguns sintomas da doença celíaca são comuns a muitas outras assim chamadas doenças.

Seus sintomas mais comuns são:

  1. Diarréia crônica
  2. Gases
  3. Inchaço
  4. Refluxo ácido
  5. Constipação

É preciso observar que ainda uma muito pequena quantidade de glúten, quando há uma intolerância severa, poderá levar a uma reação aguda que causa um estado de extrema gravidade.

Dra. Sheila Crowe, uma professora da divisão de gastroenterologia e hepatologia da Universidade de Virgínia, nos EUA, declarou ao jornal New York Times que um dos efeitos colaterais da doença celíaca é a infertilidade.

Ela declarou também que o risco de problemas tais como abortos, nascimentos prematuros estão muito aumentados entre pessoas celíacas – e não só daquelas diagnosticadas, porque você pode ser uma pessoa com intolerância ao glúten sem ser classificada como tal.

Outros problemas ginecológicos relacionados são: começo tardio da menstruação; menopausa precoce; amenorréia secundária (quando a menstruação começa e logo se interrompe)

Com esses estados perturbados da saúde da mulher pode se esperar uma diminuição importante das ovulações.

Os homens também são atingidos por problemas tais como:

  • Esperma anormal (diminuição de espermatozóides, forma alterada e motilidade reduzida)
  • Diminuição dos níveis de testosterona

Para os homens, a diminuição dos níveis de testoterona leva, invariavelmente a diminuição da libido e pode conduzir a impotência.

Há testes reconhecidos para determinar a sua intolerância ao glúten tais como: IgA Anti-Tissue Transglutaminase Test (tTG) or Celiac Antibody Profile.  O problema é que, sendo o trigo um alimento muito utilizado em sua forma direta em pães pizzas, massas, e compondo milhões de preparados alimentares e inclusive  medicamentos não pode ser simplesmente eliminado da dieta.

Por outro lado, para evitar os efeitos destrutivos do glúten só restaria eliminá-lo de sua dieta. E isso não é o que pessoas que têm apenas sintomas crônicos e pouco relacionados à intolerância ao glúten desejam fazer. Essas pessoas podem passar todo o período de suas vidas com problemas de saúde e mesmo desenvolver doenças graves como diabetes e câncer e jamais suspeitar que o inimigo oculto era o glúten em seu singelo pãozinho no café da manhã. Os médicos, igualmente, não fazem a menor idéia de que as doenças que classificam como crônicas e incuráveis, como alergias e doenças auto-imunes (os reumatismos) são, na verdade, intolerância ao glúten.

A predisposição à doença é enormemente aumentada pelos hábitos alimentares modernos com seus doces, batatas, arroz, junk food, salgadinhos, refrigerantes, milho e seus derivados, entre outros produtos alimentares que são muito abusados e exagerados na alimentação do homem de hoje. A evidente epidemia de obesidade e diabetes de nossos dias é uma conseqüência direta desses hábitos pouco saudáveis.

Há, por outro lado, uma saída satisfatória perfeita para todos: aqueles que estão diagnosticados como celíacos e aqueles que sofrem com as várias conseqüências da intolerância ao glúten. As farinhas biogênicas ®, aquelas farinhas derivadas de grãos germinados (trigo, centeio e cevada) representam uma alternativa que permite a pessoa prevenir e tratar a doença sem ter de abster-se totalmente dos produtos que contém glúten.

Durante o processo de germinação as cadeias protéicas de glúten são quebradas tornando-o atóxico e não alergênico. Após mais de 10 anos de testes clínicos podemos constatar que as farinhas germinadas como a Farinha Biogênica ® e seus manufaturados representa a alternativa mais adequada a uma alimentação saudável e curativa.

Venenos para todos os Brasileiros em doses da Vacina para a Gripe Suína

No ano passado, 2009, fomos obrigados a assistir e a sofrer um triste teatro de horrores e mentiras orquestrados pela Organização Mundial da Saúde (leia-se Organização Mundial da Doença) e pelas não menos irresponsáveis autoridades sanitárias brasileiras.

A semelhança da Gripe Aviária, que segundo as mesmas fontes deveria ter matado só nos EUA 2.000.000 de pessoas e, que somente 1 militar teria morrido em decorrência desse vírus “mortal”, a mesma ladainha foi entoada para a Gripe Suína. Ela deveria e deverá dizimar milhões de vida humanas.

Após toda a campanha de pavor em que bilhões de pessoas se viram envolvidas com falsas notícias e falsos tratamentos da tal “pandemia”, somente 8118 pessoas teriam supostamente morrido em decorrência a complicações causadas pela tal terrível gripe. Deve-se lembrar que dessas 8118 mortes e milhares de pessoas que teriam adoecido não há comprovação incontestável que a causa teria sido o malfadado vírus AH1N1. A maioria das pessoas não passou por testes para comprovar a presença do vírus. Por outro lado, a simples presença do vírus não é prova que os sintomas sejam decorrentes desse mesmo vírus.

A OMS publicou estatística mundial sobre doenças onde 20.000 pessoas morreram, por exemplo, de overdose de medicamentos prescritos por médicos; 427.515 de deficiências nutricionais; mais de 14.000.000 de doenças cardiovasculares e, assim por diante. A gripe suína que teria atacado em 2009, sem que qualquer prevenção em termos de vacinas tivesse sido feita, teria matado 8118 pessoas. Comparada com outras doenças regulares, que não são “pandêmicas” e não levam a população a esse frenesi de pavor da gripe suína, ela teve uma cifra ridiculamente baixa. Nesse inverno, ainda sem vacinação preventiva, nada se fala de estatísticas assustadoras no hemisfério norte sobre a gripe suina.

Mas, já providenciaram, a altíssimos custos para os cofres públicos, quase 200.000.000 de doses de vacinas para os brasileiros. Ora, essas vacinas são perigosíssimas. Elas contêm substâncias muito tóxicas e venenosas que são uma real ameaça à saúde. Por exemplo, elas contêm mercúrio, um veneno cumulativo e que destrói o sistema nervoso e causa lesões irreversíveis. O risco que a vacina representa é centenas de vezes mais mortal e causador de doenças e complicações que a ridícula e inócua “pandemia” de gripe suína. As doenças que serão causadas e as mortes que ocorrerão após a aplicação da vacina não serão, com certeza, devido ao vírus da suposta gripe, mas sim, dos efeitos danosos de se deixar injetar com essa poção venenosa chamada de vacina!

Tabaco: ontem remédio; hoje tóxico; amanhã, novamente panacéia

A nossa orgulhosa medicina ocidental coleciona muitos milhares de usos das mais variadas drogas, desde as mais inocentes até os mais violentos venenos. Hoje o tabaco está sendo acusado de ser um dos venenos mais mortais em uso na humanidade. Pelo menos 3.000.000 de pessoas morrem todos os anos devido aos efeitos terríveis do tabaco.

A OMS, a WHO entre outras organizações médicas, destacando-se aquelas que de dedicam ao “combate” ao câncer, criminalizaram o cigarro e todos os outros usos do tabaco. Mas, não faz muito tempo que os médicos receitavam o tabaco como remédio.

O tabaco foi receitado pela pele, pelo reto, pelo nariz e pela boca. Oficialmente o tabaco esteve entre os “remédios” receitados pelos médicos. Que ciência é essa que tem entre os seus métodos venenos que em um momento da história são remédios, depois são venenos e, algum tempo mais tarde, podem ser reabilitados e voltam a ser considerados como panacéias?

Algumas aplicações comprovadas cientificamente do tabaco em medicina são: dor, histeria, vermes, hemorróidas, dores de cabeça, neuralgias, picadas de animais venenosos, espasmos da laringe, gota, queda de cabelo, úlcera, tétano, ferimentos, estimulante respiratório, constipação, malária e febre intermitente, hérnia estrangulada, pólipos nasais. A lista é enorme e começa cedo no século XVI e continua até bem próximo aos nossos dias. O seu uso para destruir células cancerosas e combater o tifo ainda estão na ordem do dia.

Logo algum “cientista” descobrirá um novo emprego médico para essa verdadeira praga da humanidade. Não é desconhecido que o mundo vegetal fabrica infinitas substâncias úteis e fundamentais para a vida, como quase todos os nossos alimentos, por exemplo. E, não é menos conhecido que venenos são sintetizados por plantinhas com aspecto inocente e dos quais devemos ficar bem longe. Os venenos são ameaça a vida e a saúde em qualquer dose e não importa que tenham sido receitados pelo doutor, professor, prêmio Nobel de medicina, eles continuam sendo venenos e devem ser sempre evitados.

O combate atual ao tabaco se deve a um simples fato: custa muito mais caro tratar as conseqüências de seu uso como substância viciante do que os impostos que os governos vêm recolhendo da venda legalizada do tabaco em suas várias formas. Então, não pela nossa saúde, mas pelo prejuízo financeiro, decidiu-se reduzir o consumo para diminuir a conta do custo da saúde no mundo .

O empirismo na suposta ciência médica é um fato gritante que tem deixado milhões de mortos e muitos outros milhões de inválidos. A farmacodinâmica não é só uma ciência nazista, com raízes profundas na Alemanha de Hitler, mas no pensamento nazi-facista atual da ciência ocidental. Nós todos somos as suas cobaias e ainda pagamos por isso e muitos ainda agradecem por serem sacrificados no altar dessa suposta ciência-seita.

A maioria das pessoas está convencida que há valor inquestionável em se submeter a essa ditadura médica e servir de cobaia eterna para os seus testes muito bem remunerados.

O tabaco foi um veneno, é um veneno e sempre o será e nada tem de construtivo para a raça humana. A sua relação com o nosso organismo é só de destruição, seja na forma de um cigarro, charuto, cachimbo, rapé ou outra forma ou ainda, continua sendo o mesmo veneno, e mais mortal quando receitado como “remédio” por qualquer doutor oficial. Quando um doutor o receita é muito mais perigoso porque o infeliz que o utiliza acha que seu uso lhe fará bem e morre feliz em agonia.

Não fume, não faça uso do tabaco se quiser ter saúde. Mas, se quiser ser coerente e estar a salvo, não use nenhum remédio, pois eles contém os mesmos princípios venenosos do tabaco

As leis naturais, a saúde e a felicidade

“O homem está constituído sobre e em perfeita harmonia com estas leis (leis naturais – eternas e imutáveis). Há uma relação inseparável e ordenada entre as leis da natureza e o mais alto bem estar humano. Ou seja, não pode haver felicidade sem o cumprimento da Lei e, sempre, ao cumprir a Lei o homem encontra seu apogeu em desempenho e felicidade. É indiscutível a ação constante e ordenada da Lei sobre nosso organismo.”

Nada é casual, nada é aleatório, ou resultado de “mutações” ou outras condições supostamente imprevisíveis. Não há espaço para ocorrências à margem da Lei. A idéia de que somos produto da sorte, de que alguns bilhões de mutações fortuitas sejam responsáveis pela evolução, ou que por isso somos obra do acaso, o que resultaria em imperfeições e defeitos é a anti ciência. A verdadeira ciência não cogita no acaso, na sorte e não imagina que somos imperfeitos como a natureza seria também. A imperfeição, os males, dores e enfermidades são produto das ações em desarmonia com as leis eternas e imutáveis.

 O sonho da pseudo ciência de que há imperfeições que ela poderia corrigir e involuções que poderia melhorar com sua “ciência” é completa loucura. A abordagem médica oficial está apoiada no pressuposto que o homem e a natureza são imperfeitos e que eles, os eleitos, auto intitulados doutores e cientistas seriam capazes de corrigir o que está torto com seus remédios, vacinas e cirurgias. A abordagem higienista não ousa agir como se a Lei pudesse ser contornada e alguma cura fosse possível através de um abacadabra que anularia a lei da causa e efeito. As ofensas a Lei natural devem ser pagos com dor e sofrimento e a única forma de retornar ao bem estar e a saúde é parar de agir na ignorância ou negligenciando suas regras pétreas. A ação em harmonia com a Lei é a garantia de saúde, vitalidade e longevidade tão desejadas e sonhadas.

Tudo está feito e pronto no que se refere a natureza. Somos nós que devemos afastar a ignorância e a negligência e agir corretamente. Não há como consertar o mal feito sem sofrer as conseqüências. Mas, há como corrigir os erros agora e viver bem no futuro que chega e garantir o futuro distante conhecendo e obedecendo a Lei Natural.

O voodoo médico precisa ser totalmente desmascarado antes que possamos conquistar a saúde que merecemos e que é nossa por direito de nascimento

A Escola de Saúde é um novo e revolucionário conceito de promoção da Saúde.

Nós ensinamos saúde. Saber  manter e recuperar a própria saúde é um direito do cidadão e uma obrigação daqueles que são responsáveis pelo bem estar da população. Como a filosofia de promoção da saúde em nosso país está completamente torcida, assumimos a tarefa de orientar e educar nossos irmãos em manter e recuperar a saúde e a defendê-la das eventuais más práticas médicas. Os nomes das doenças e os diagnósticos médicos, em geral, não são importantes para o tratamento e a recuperação da saúde. Não temos a assim chamada “doença” como nosso principal objeto, mas a diminuição da saúde nos preocupa e proporcionamos todas as condições para a sua recuperação. Para nós é mais importante eliminar aquilo que são as causas das enfermidades e o proporcionar ao cliente todas as condições para a recuperação da saúde e sua manutenção do que tentar, como na abordagem alopática – que consideramos supersticiosa e empírica, suprimir os sintomas com drogas, radiações, cirurgias, vacinas e outras práticas comprovadamente perigosas e mutiladoras.

No Brasil é virtualmente impossível obter estatísticas ou, quando existem, que sejam confiáveis da má prática médica. Somos um país muito atrasado e ditatorial em práticas de promoção da saúde. Apresentamos alguns dados da saúde norte americana, onde, ao menos, há certa honestidade em informar o povo sobre os riscos aos quais está exposto. [USA: Mortes provocadas por má prática médica: 783,936. Mais de 4.000.000 viciados em Benzodiazepinas, com 3.600.000 crianças viciadas em anfetaminas prescritas por médicos. Ademais, as vacinações são a causa principal de doenças infantis, estando relacionada como a principal causa do autismo, asma, diabetes em assim por diante.

 As pessoas continuam padecendo e morrendo das mesmas doenças que a medicina alopática declara que cura. Não temos menos doentes do que há 100, 200, ou mil anos atrás. Todas as reais conquistas em saúde, das quais a medicina indevidamente se apropriou, se devem a melhores hábitos de vida – preconizados e implementados pelos higienistas nos últimos 150 anos. Há, por certo, meios eficientes dentro da abordagem médica de suprimir sintomas seguidos de uma total e completa incapacidade de curar – as doenças “curadas” por esses métodos sempre acabam voltando. Para a medicina a sua ignorância das causas reais das doenças não são impedimento para medicar, operar, vacinar. Eles atuam somente para paliar e suprimir os sintomas, as dores, o desconforto, ignorando as causas e mesmo as desprezando. Tudo isso acaba em muitos milhões de mortes e de agonia. Nós, higienistas, só atuamos quando as causas do distúrbio na saúde estão identificadas e não procuramos camuflar os sintomas sedando o doente, tentando simular uma “cura”. Quando as causas são eliminadas a saúde é recuperada naturalmente. E essa recuperação é um processo auto curativo em que não é possível interferir, seja para acelerá-lo ou melhorá-lo. O organismo é auto-regenerador quando as condições ideais e necessárias são proporcionadas. O verdadeiro remédio, a cura, está no organismo. Estamos naturalmente dotados para a saúde diante de condições adequadas de vida. Não precisamos de remédios para recuperar nossa saúde perdida. Quando há uma tentativa desastrada de curar através de meios artificiais a saúde é permanentemente comprometida.

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